AR aprova voto de pesar pela morte de Alexandre Monteiro (TSD Guarda)

A Assembleia da República, reunida a 2 de março de 2018 aprovou o voto de pesar n.º 489/XIII pelo falecimento de ALEXANDRE AZEVEDO MONTEIRO, histórico dirigente dos TSD Guarda e antigo deputado. O voto foi redigido e subscrito pelo Secretário Geral dos TSD e subscrito igualmente pelas deputadas dos TSD Mercês Borges e Carla Barros e ainda pelos dois deputados do círculo da Guarda Carlos Peixoto e Ângela Guerra. Tem o seguinte teor:
 
Faleceu no passado dia 14 de fevereiro, com 76 anos de idade, Alexandre Azevedo Monteiro, histórico dirigente dos TSD - Trabalhadores Social-Democratas, de que detinha o n.º 25 e foi seu presidente distrital na Guarda durante 24 anos. À data da sua morte era ainda membro da Mesa do Congresso e do Conselho Nacional dos TSD. Estava internado desde meados de janeiro no Hospital Sousa Martins, na cidade mais alta de Portugal e não resistiu à doença.
Alexandre Monteiro tirou o Curso Técnico Industrial na Escola Industrial e Comercial da Guarda e teve o seu primeiro «trabalho a sério» na antiga fábrica das Indústrias Lusitanas Renault, na cidade da Guarda, onde desempenhou funções em vários sectores, desde a produção, controle e qualidade, métodos e tempos até ao serviço central de produção. Sobre a sua passagem por aquela unidade industrial referia-se à mesma como sendo «um orgulho ter servido a fábrica que era a “menina dos nossos olhos”».
Em 1987 foi eleito deputado à Assembleia da República pelo círculo eleitoral da Guarda, nas listas do PSD, onde cumpriu um mandato.
Para além do seu papel incontornável ligado aos TSD - Trabalhadores Social Democratas na Guarda foi ainda, em termos partidários, membro da Comissão Política de Secção da Guarda, da Comissão Permanente Distrital da Guarda e deputado à Assembleia Municipal daquela cidade.
Igualmente no movimento sindical e em associações cívicas foi um exemplo em função da sua coerência, empenho e coragem.
Em 2013, Alexandre Monteiro, que sofria de Parkinson, editou o livro “Memórias de um Deputado da Província na Assembleia da República”, sobre o período em que esteve no Parlamento, a fundação da fábrica da Renault onde trabalhou, os primeiros tempos após o 25 de abril na Guarda e outros aspetos sobre a história e acontecimentos que marcaram aquela cidade nas últimas décadas.

Partiu um homem bom, solidário e amigo. O seu desaparecimento constitui uma grande perda para a social-democracia, o movimento sindical, o Poder Local e para todos os seus inúmeros amigos que com ele trabalharam ou conviveram. Homem simples e humilde, mas de um grande caracter e defensor de valores e princípios, era respeitado por todos quantos com ele privavam.
À família, aos inúmeros amigos e aos companheiros dos TSD e do PSD a Assembleia da República expressa as suas sentidas condolências.
 

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